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Pastoral dos Acólitos
  • Atualizado em 7 de fevereiro de 2010
  • Coord.Espiritual: Ir. Tânia
  • Coordenadores: Ellber e Paulo César.
    (Responsáveis pelo conteúdo e atualização desta página).
 

Em nossa paróquia, para ser acólito, popularmente conhecido como coroinha, é necessário ser do sexo masculino, batizado e ter feito a primeira eucaristia.

Na prática, deve-se ter:

  • Atenção à missa e à comunidade;
  • responsabilidade no cumprimento da escala de horários;
  • dedicação ao serviço do altar; delicadeza com os objetos e as vestes litúrgicas;
  • compromisso em ir às missas mesmo quando não estiver escalado para as mesmas e;
  • aprender o nome dos diversos objetos, das vestes e mesas, como utilizá-los, etc.

Após se concluir um curso de cerca de cinco meses, faz-se, numa missa dominical especial, o compromisso dos neo-acólitos, onde se recebe a túnica (veste longa e branca usada pelos corinhas durante a missa) que é pessoal, ou seja, ninguém a utiliza a não ser o próprio, até o dia em que não pertencer mais à pastoral.

Toda primeira sexta-feira do mês é realizada a reunião, que sempre começa com uma reflexão, e segue com a entrega das escalas, são dados os avisos e no final da reunião, pede-se a intercessão a São Tarcísio, patrono dos acólitos.

Se você se sentir chamado pelo Senhor Jesus para trabalhar conosco, venha nos ajudar!

Hoje contamos com dezesseis coroinhas para até seis missas semanais.

Sinta-se convidado a realizar um serviço para o Senhor!

Coordenação da pastoral dos Acólitos e todos o coroinhas.

 
Oração do Acólito
 
Senhor Jesus Cristo,
sempre vivo e presente conosco,
tornai-me digno de Vos servir no altar da Eucaristia,
onde se renova o sacrifício da Cruz
e Vos ofereceis por todos os homens.
Vós que quereis ser para cada um
o amigo e o sustentáculo no caminho da vida,
concedei-me uma fé humilde e forte,
alegre e generosa,
pronta para Vos testemunhar e servir.
E porque me chamaste ao Vosso serviço,
permiti que Vos procure e Vos encontre,
e pelo Sacramento do Vosso Corpo e Sangue,
Permaneça unido a Vós para sempre. 
 
     
SÃO TARCÍSIO - PATRONO DOS ACÓLITOS
 
São Tarcísio  
   

Tarcísio era coroinha na Igreja de Roma, no ano 258 aproximadamente.

Ele acompanhava Papa Sisto II na Missa (esse Papa morreria no mesmo ano, por ser cristão). Nessa época, a Missa era celebrada embaixo da terra, nas catacumbas, devido às perseguições do imperador romano, Valeriano.

Quando os cristãos eram presos, quase sempre eram mortos, e era costume levar a Eucaristia (às escondidas) para que eles não desanimassem e nem perdessem a fé.

Um dia, às vésperas de um martírio de cristãos, era preciso levar a Eucaristia a eles. O problema era a falta de pessoas que o fizessem. Foi quando Tarcísio se ofereceu para tal serviço. O Papa Sisto II e os demais cristãos que estavam nas catacumbas não concordaram com a idéia, pois Tarcísio poderia ser morto. Tarcísio, porém, argumentou que, por ser uma criança, ninguém desconfiaria dele. Afirmou, ainda, que preferia morrer a entregar a Eucaristia aos pagãos (pessoas que não acreditam em Deus) romanos.

Após ter dito isso, seu nome foi aceito.

- Vai, Tarcísio - exclamou o Papa. - Aqui estão as hóstias consagradas. Aqui está Jesus, que irás levar aos nossos irmãos prisioneiros. Que Ele te acompanhe. Vai, meu filho!

O pequeno coroinha subiu as escadinhas sombrias do subterrâneo e ganhou a rua. Parece que ninguém reparou naquele menino que caminhava um tanto fora da rua, com as mãos sobre o peito, guardando o bem mais precioso: A Sagrada Eucaristia.

Passando por um caminho, chamado de VIA ÁPIA, alguns garotos chamaram Tarcísio.

- Venha brincar conosco. Falta um parceiro para começar o jogo.

- Agora não posso. Vou levando um recado urgente. Na volta, sim.

- Queremos agora... Mas o que vai levando aí? Mostre-nos logo.

Ele se recusou. Os garotos insistiram, ameaçaram, empurraram. Ele resistia porque, pagãos como eram, poderiam profanar as sagradas espécies.

A resistência fez recrudescer o assanhamento dos garotos. Começaram a dar-lhe pontapés e pedradas. O menino caiu no chão, ensangüentado. As mãos continuavam protegendo a Santa Eucaristia.

Foi quando apontou ali um soldado, guarda do quarteirão. Era Quadrato que, às escondidas, costumava freqüentar o culto dos cristãos.

Os moleques fugiram ao ver o soldado aproximar-se. Levantando do chão o pequeno mártir (pessoa que dá a vida por Jesus), exclamou surpreso e comovido:

- É o Tarcísio. Já vi esse menino nas catacumbas...

O pequeno mártir morreu nos braços do soldado, com as mãos apertando ainda a Santa Eucaristia contra o peito.

- É o Tarcísio: o pequeno coroinha que, desde cedo amou Jesus Cristo na Sagrada Eucaristia, e é, para nós hoje, um exemplo a ser seguido.

Viva São Tarcísio, patrono dos coroinhas!

Viva Jesus, que por amor a nós, morreu, ressuscitou e ficou presente na Sagrada Eucaristia!

O dia de São Tarcísio é comemorado em 15 de agosto.

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